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| artigos > mendendez amerino |
Menendez Amerino
Especializada em charutos feitos à mão, a marca produz os brasileiros Dona Flor, Alonso Menendez e Aquarius Fundada em 1977, a Menendez Amerino é resultado da união do empresário baiano Mário Amerino da Silva Portugal com a família Menendez, antiga fabricante dos charutos Montecristo e H. Upmann em Cuba. Em 1960, com a queda de Fulgêncio Batista e a estatização da economia cubana, a família Menendez partiu para as Ilhas Canárias, na Espanha. A intenção era produzir charutos com a mesma qualidade dos feitos em Cuba. Criaram então, a Companhia Insular Tabacalera e passaram a procurar por fumos que tivessem a mesma qualidade dos plantados em Cuba. Descobriram os fumos cultivados no Recôncavo Baiano pela família Amerino Portugal e passaram a ser seus compradores. Finalmente, em novembro de 1977, foi criada a Menendez Amerino, especializada em premium cigar, também chamados hand made cigar, e produtora de algumas das melhores marcas brasileiras, como Dona Flor, Alonso Menendez e das cigarrilhas St. James.
Félix Menendez, um cubano na Bahia.
Os charutos baianos sempre tiveram uma excelente reputação de qualidade no Brasil e em outros países. Uma das marcas nacionais que vem ganhando cada vez mais destaque atualmente é o Dona Flor, produzida pela Menendez & Amerino em São Gonçalo dos Campos. Fruto de uma união de Mario Amerino Portugal que desde os 18 anos trabalha com fumo tendo herdado a fábrica do pai, a Amerino Portugal S.A. e Félix Menendez que fabricava os charutos Montecristo e H.Upmann em Cuba.
Alonso Menendez
Menendez passou a negociar com Mario Portugal, comprando deste a matéria-prima. Alonso Menendez morreu em 1965 e Benjamim assumiu a liderança dos negócios, apoiado diretamente por Félix. A constante busca por fumos de qualidade e condições ideais para produção de harutos premium fez com que em 1976 Benjamim aceitasse o convite de Mário Portugal e se transferisse com a família e uma equipe de técnicos cubanos para a Bahia. Eles trouxeram sementes, utensílios e uma tradição secular na produção de charutos. Treinaram mão-de-obra local (na maioria feminina) e logo no ano seguinte já iniciavam os embarques para os Estados Unidos. Fundou-se assim, em 22 de abril de 1977, a Menendez Amerino Ltda. As primeiras marcas lançadas foram: El Pátio (1978); Os charutos da Menendez & Amerino são totalmente artesanais, do plantio à fabricação das embalagens de madeira, a empresa controla todos os estágios de produção.
Aquarius: Charutos do século XXI, as novas jóias da Menendez & Amerino
A maior fabricante de charutos do país, a menendez & Amerino, apresentou ao mercado na semana passada seu mais novo produto; o Aquarius - Século XXI. Desenvolvido pra atender às exigências dos consumidores de todos o mundo, trata-se de um charuto premium, feito à mão, elaborado a partir de uma primorosa mistura de fumos baianos de alta qualidade. Arturo Toraño, cubano que há 20 anos trabalha no aperfeiçoamento dos charutos Menendez & Amerino, cuidou pessoalmente de todas as etapas da fermentação desse produto. O novo charuto terá capote e filler elaborado com fumo da região Mata Fina e sua capa contará com duas versões: Sumatra e Mata Fina.
Dona Flor
O Dona Flor foi inspirado na principal personagem do livro "Dona Flor e seus Dois Maridos", uma homenagem do presidente da Menendez Amerino & Cia ao amigo e escritor baiano Jorge Amado. Dona Flor pertence a linha de Charutos Premium, feito a mão de pura folha de fumo; é fruto de uma rigorosa seleção de fumos procedentes do Recôncavo Baiano, resultando um produto de excepcional qualidade com caráter aromático muito apreciado pelos fumantes europeus. Dona Flor Petit Corona
A Menendez & Amerino lançou uma nova bitola do já reconhecido Dona Flor. O charuto Dona Flor Petit Corona é fabricado em tamanho menor do que os comercializados pela marca. O Dona Flor Petit Corona é voltado para um público que aprecia degustar charuto após as refeições, mas que não tem tempo suficiente para fumar um produto com bitolas tradicionais. A nova opção do Dona Flor é comercializada em embalagens com 25 unidades, nas versões capa-clara e capa-escura. A Menendez é pioneira também no lançamento do charuto pirâmide quadrado no país. Situada em São Gonçalo dos Campos, a 100 quilômetros de Salvador (BA), a Menendez & Amerino & Cia. Foi fundada em 1977 pelo empresário baiano do ramo fumageiro Mario Amerino da Silva Portugal e pela família Menendez, fabricante dos lendários charutos cubanos Montecristo e H. Upmann até 1960, ano em que Fidel Castro estatizou toda a produção cubana, inclusive a de charutos. Dona Flor Petit Corona ganha nova embalagem.
O charuto Dona Flor Petit Corona, lançamento recente da Menendez & Amerino, acaba de ganhar nova embalagem. Produzido a partir de uma rigorosa seleção de fumos procedentes do Recôncavo Baiano, é encontrado no mercado nas versões capa-clara e capa-escura. É comercializado em caixas com 25 unidades e agora também em petacas com cinco unidades, que possibilitam ao comprador carregá-las na pasta ou no próprio bolso do paletó, dispensando acessórios. A Menendez & Amerino é a maior fabricante de charutos do país. A empresa diz ter fechado 2002 com produção de 3 milhões de charutos e 6 milhões de cigarrilhas, volume 40% superior ao ano anterior. Para 2003, a expectativa é de produzir 4 milhões de charutos e 12 milhões de cigarrilhas, alcançando um faturamento de R$ 15 milhões. A Menendez & Amerino emprega cerca de 300 pessoas, incluindo o beneficiamento do fumo e a produção de charutos, e gera cerca de 1.500 empregos indiretos na agricultura.
Gabriela
Batizada com o nome que homenageia a personagem do escritor Jorge Amado, ela é produzida com fumos selecionados, o que lhe confere um blend especial. Além disso, é a única no mercado que vem embalada individualmente em papel celofane. Meio termo entre os cigarros e os charutos, as cigarrilhas vêm ganhando cada vez mais espaço entre os apreciadores que desejam parar de fumar cigarros ou não estão dispostos a pagar os altos preços dos bons charutos, tornando-se o segmento da indústria de fumo que mais cresce atualmente. As cigarrilhas Gabriela são comercializadas em caixas com 50 unidades nas versões original e sabor chocolate, esta última desenvolvida para atender um mercado que torna-se cada vez mais importante: o feminino.
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